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ANFITEATRO DA CERCA
Situada do centro da cidade, adjacente à esquadra da Polícia de Segurança Pública de Gouveia, esta floresta mista de carvalhos (Quercus sp.), castanheiros (Castanea sativa), medronheiros (Arbutus unedo) e algumas resinosas é uma zona verde bastante relevante para a biodiversidade. Aqui as árvores de grande porte que servem de abrigo a várias espécies de seres vivos criam um ecossistema diferente, relativamente selvagem e pouco comum em meio urbano.
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FUNGOS


PERCURSO

CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
Na freguesia de Arcozelo da Serra, os hábitos e tradições de uma agricultura em modelo extensivo e sustentável ainda são mantidos, o que permite encontrar vários mosaicos agro-silvo-pastoris com grande valor ecológico e biológico.
Cerca de 1 km a nordeste do centro da freguesia, encontra-se um excelente exemplo deste tipo de habitat, mesmo ao lado da estrada Municipal 508.
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CURRAL DO NEGRO
A pouco mais de 3 km do centro da cidade de Gouveia esta floresta mista, situada a cerca de 900 metros de altitude, é constituída por carvalhos (Quercus sp.), castanheiros (Castanea sativa), bétulas (Betula alba), faias (Fagus sylvatica), abetos-de-douglas (Pseudotsuga menziesii), pinheiros-de-casquinha (Pinus sylvestris) e pinheiros-bravos (Pinus pinaster), cujas sementes são o alimento preferencial do esquilo-vermelho (Sciurus vulgaris).
A importância deste tipo de ordenamento florestal foi evidente durante o período dos incêndios de 2017. Sem auxílio humano, uma grande parte da floresta resistiu e sobreviveu às chamas, fazendo deste local um “oásis” verde numa vasta área destruída pelas chamas, actualmente em processo de regeneração.
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FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
Situada na freguesia de Arcozelo da Serra, a foz da ribeira de S. Paio é o local onde este curso de água se une ao maior rio que nasce e desagua em Portugal, o Rio Mondego.
Utilizado como local de lazer e recreio durante os períodos balneares, é também um excelente local para os amantes da natureza, onde se podem encontrar vários grupos de seres vivos, que permitem boas observações, mediante a época do ano.
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JANCÃO
Situado perto do Centro de Saúde de Gouveia e da Escola Básica de Gouveia, este local fica a cerca de 1.5 kms do centro da cidade de Gouveia. É uma zona predominantemente agrícola e de pastoreio, onde se encontra também um pequeno bosque de mimosas (Acacia dealbata), uma espécie arbórea exótica, nativa da Austrália com enorme potencial invasor.
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LAGOAS DA RIBEIRA DO BOCO
Situado no limite entre as freguesias de Rio Torto e Arcozelo da Serra este percurso abrange parte de uma antiga área mineira da Ribeiro do Boco cuja exploração aconteceu entre 1986 e 1988. Desde então que a regeneração dos ecossistemas em torno das áreas exploradas tem acontecido de forma natural e gradual, com pouca intervenção humana.
O percurso, com cerca de 7 km de extensão, percorre vários habitats aos quais estão associadas diferentes tipos de espécies, algumas de ocorrência pouco frequente no distrito da Guarda e em particular no concelho de Gouveia.
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PLANALTO DO MALHÃO | SANTINHA
Com início a uma cota de cerca de 1400 metros de altitude, esta pequena rota com 18 km de extensão percorre, a nordeste, os pontos mais elevados do concelho de Gouveia, até à cota máxima de 1595 metros na “Santinha”.
Antes dos incêndios de outubro de 2017 uma extensa mancha de pinheiro-de-casquinha (Pinus sylvestris) cobriu de verde grande parte do planalto, sobrando actualmente pequenos aglomerados esporádicos, que servem de abrigo e fonte de alimentação a várias espécies de aves como o tentilhão (Fringilla coelebs) ou o chapim-de-crista (Lophophanes cristatus). Para além dos pinheiros, pontualmente, encontram-se também pequenas manchas de bétulas (Betula alba).
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PERCURSO

RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
Situado no centro da aldeia de Paços da Serra, este pequeno percurso urbano, com cerca de 900 metros de extensão tem como objectivo dar a conhecer a biodiversidade associada aos ambientes humanizados e às pequenas linhas de água encontradas em várias localidades do sopé da encosta oeste da serra da Estrela.
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VALE DE CADELA
A pouco mais de 4 km do centro da cidade de Gouveia o percurso do Vale da Cadela engloba diversos tipos de habitats (zonas de mato, ambientes ripícolas e rupícolas, bosques mistos de folhosas e resinosas), ao longo dos 6 kms de extensão. Com início a uma cota de cerca de 1000 metros o percurso tem o seu ponto mais elevado a cerca de 1200 metros.
A variedade de habitats e o incremento em altitude torna este percurso bastante interessante no que à biodiversidade diz respeito.
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FUNGOS


PERCURSO

VALE DO ROSSIM
Situado junto a uma barragem e com acesso a um parque de campismo este local situa-se a uma cota de cerca de 1400 metros. Até 2017 este local era composto por uma extensa floresta de resinosas (com predominância do pinheiro-de-casquinha (Pinus sylvestris)) e de folhosas em que as bétulas (Betula alba) eram abundantes. Infelizmente os incêndios violentos que deflagraram durante o outono de 2017 destruíram a maior parte do coberto arbóreo existente. Apesar da destruição, o local continua a merecer uma visita e a ser habitado por vários grupos de seres vivos, como as aves, anfíbios, répteis e fungos.
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FUNGOS


PERCURSO

  • PARDAL-COMUM
    (Passer domesticus)
    O facto de coexistir com o homem no mesmo ambiente faz com que as suas características sejam facilmente apreciadas. Os machos e as fêmeas apresentam plumagens diferentes, sendo o primeiro caracterizado pelo babete preto, a testa e a coroa cinzentas, os loros escuros e o dorso acastanhado com marcas escuras. As fêmeas não possuem babete nem os loros escuros, apresentando a plumagem acastanhada e uma lista creme desde o olho à nuca. O bico é grosso, como é próprio das aves granívoras.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/pasdom.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
  • CHASCO-CINZENTO
    (Oenanthe oenanthe)
    O chasco-cinzento é um dos migradores de passagem mais conhecidos. Contudo, vale a pena procurar os machos nupciais nas zonas de reprodução, para poder observar as cores da sua plumagem de Verão. O macho adulto tem o dorso cinzento, a máscara preta e a cauda branca com um característico T preto. A fêmea adulta e o macho em plumagem de Outono são acastanhados, mas o característico T preto no final da cauda branca facilita a identificação.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/oenoen.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • PINHEIRO-BRAVO
    (Pinus pinaster)
    É uma espécie suscetível aos frios intensos prolongados e à neve. Os melhores povoamentos encontram-se até 400 metros de altitude. Acima dos 800 metros, apresenta copas deformadas ou mesmo partidas, com fraco desenvolvimento, devido ao vento e à neve. É uma árvore que nas melhores estações pode alcançar os 30 metros de altura. A longevidade é de 200 anos idade, contudo, raramente ultrapassa os 80 a 100 anos. O pinheiro-bravo encontra-se em povoamentos puros ou mistos, sendo mais frequentes os mistos de pinheiro-bravo com eucalipto e de pinheiro-bravo com outras folhosas. Esta espécie é em Portugal, atualmente, muito afetada por uma doença grave, Doença da murchidão do pinheiro, provocada pelo Nemátode-da-madeira-do pinheiro, Bursaphelenchus xylophilus.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Pinus_pinaster
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • ABETO-DE-DOUGLAS
    (Pseudotsuga menziesii)
    Espécie originária do Ocidente da América do Norte e ocupa uma área muito vasta que vai desde o México ao estado canadense da Columbia Britânica, numa extensão de mais de 4500 Km e desde a costa do Pacífico até às vertentes das montanhas rochosas. Trata-se de uma árvore que pode alcançar até 100 metros de altura na região nativa, existindo na Europa árvores de 50 metros. A copa é pontiaguda cónica até uma idade avançada, com marcada dominância apical. O tronco é bastante reto e inicialmente bastante cónico. O interesse na utilização desta espécie assenta na possibilidade de produzir madeira de excelente qualidade, superior à de outras coníferas, com bons rendimentos,
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Pseudotsuga_menziesii_var_menziesii
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • FAIA
    (Fagus sylvatica)
    É uma árvore de grande porte com 30 a 35 metros de altura, podendo alcançar os 40 metros. A copa é ampla, ovada ou hemisférica. O tronco, com o tempo, torna-se reto, esbelto e limpo, passando a casca de um tom verde ao característico cor cinza. Os frutos são apreciados pela fauna silvestre. Outro grande interesse são os cogumelos para consumo, próprios dos bosques de faia, de que são exemplo os seguintes: Clitocybe odora, Marasmius alliaceus, Oudemansiella radicata, Cortinarius praestans, Russula cyanoxantha, Phylloporus rhodoxanthus, Boletus pinicola.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Fagus_sylvatica
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • URTIGA
    (Urtica dioica)
    A planta tem pêlos urticantes ocos chamados tricomas em suas folhas e caules, que agem como agulhas hipodérmicas, injetando histamina e outras substâncias químicas que produzem uma sensação de ardor quando contactado por seres humanos e outros animais. Floresce de Maio a Junho.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Urtica_dioica
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    JANCÃO
  • CILEDÓNIA
    (Chelidonium majus)
    Planta perenque que atinge os 90 cm de altura. Caule escassamente pilosos, libertand uma seiva laranja aquando do seu corte. Flores amarelas com 2 sépalas e 4 pétalas. Floresce de Março a Setembro.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Chelidonium_majus
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • CARDO
    (Carduus tenuiflorus)
    Planta anual que atinge os 100 cm de altura. Caules com folhas continuas, longas e espinhosas até às cabeças florais. Flor cilindrica séssil, com clusters de 3 a 10. Floresce de Abril a Junho.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Carduus_tenuiflorus
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    JANCÃO
  • HORTELÃ-BRAVA
    (Mentha suaveolens)
    Planta perene rizomatosa que atinge os 100 cm de altura, densamente pubere e fortemente aromática. As folhas são sésseis ovais, com o ápice redondo com a parte inferior da folha mais clara em relação à parte superior. Inflorescência densa, ramificada com espigões terminais; corola branca com estames salientes; Floresce entre Julho e Outubro.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Mentha_suaveolens
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • MALMEQUER
    (Leucanthemum vulgare)
    Planta perene que atinge os 70 cm de altura; Folhas basais entre 1 a 8 cm, em forma de espátula dentadas; folhas superiores sésseis. Flores circulares solitárias com diâmetro entre os 25 a 60 mm; Floresce de Maio a Setembro.
    Referências Bibliográficas: www.flora-on.pt/#1chrysanthemum+segetum
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • SOAGEM
    (Echium plantagineum)
    Planta herbácea, bianual, pubescente, que atinge 90 cm de altura; pluricaule. Caules: ascendentes, ramosos e pubescentes. Folhas: pubescentes, com nervuras destacadas; as inferiores são ovaladas e formam uma roseta, as caulinares são oblongas a lanceoladas. Flores: azul-violáceas (por vezes, brancas), hermafroditas, agrupadas em inflorescência escorpioide; corola zigomórfica, infundibuliforme, quase glabra com pelos nas nervuras e margens; cálice híspido com lobos lanceolados; androceu com 5 estames desiguais, dos quais apenas 2 são exsertos; gineceu com ovário tetralobado, estilo mais longo que a corola, bífido. Frutos: núculas. Floresce de Março a Julho.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Echium_plantagineum
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • SERRALHA
    (Sonchus oleraceus)
    Planta anual que atinge os 150cm. Folhas variáveis, umas lobadas outras dentadas. Folhas liguladas amarelas com diâmetro entre o 1,5cm a 3,5cm. Floresce entre Maio e Agosto.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Sonchus_oleraceus
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • VERBASCO
    (Verbascum thapsus)
    Herbácea hemicriptófita, pubescente e tomentosa. Folhas: alternas; as basais são oblongas, onduladas e tomentosas; as médias são ovado-lanceoladas, sinuadas ou dentadas. Flor: corola amarela, alaranjada na garganta, constituída por cinco pétalas; cinco estames constituídos por filetes densamente cobertos por pêlos púrpura e anteras em forma de rim (reniformes).
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Verbascum_thapsus_subesp_thapsus
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  • ARRUDA
    (Ruta angustifolia)
    Caméfito. Planta arbustiva e aromática que atinge os 80 cm de altura. Caule: lenhoso na base, ramificado desde a base; verde pálido. Folhas: alternas. Flores: amarelas, reunidas em cimeiras laxas; corolas de 4 a 6 pétalas patentes, glandulíferas; cálice de sépalas triangulares; brácteas inferiores pinatissectas, brácteas superiores lanceoladas; hermafroditas. Fruto: cápsula com 4 a 5 lobos, abrindo-se em 4 a 5 valvas; apêndices do ápice, acuminados; sementes numerosas, reniformes. Floresce de Maio a Julho
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Ruta_angustifolia
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    JANCÃO
  • MALMEQUER-BRAVO
    (Chrysanthemum segetum)
    Planta anual que atinge os 50 cm de altura. Caule simples ou ramificado. Folhas entre os 2 a 8 cm, dentadas ou lobadas. As flores são solitárias, circulares com pétalas amarelas. Floresce de Maio a Agosto.
    Referências Bibliográficas: www.flora-on.pt/#1chrysanthemum+segetum
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    JANCÃO
  • MALVA
    (Malva sylvestris)
    Planta bienal ou perene. Caules: ascendentes (podem atingir 1,5 m). Folhas: palmatifendidas, alternas, com pecíolos longos. As superiores são divididas em 5 a 7 lóbulos; as inferiores são arredondadas. Flores: dispostas em fascículos axilares; hermafroditas; corola de 5 pétalas rosa-púrpura, com 3 nervuras ramificadas, mais escuras; cálice com 5 sépalas triangulares; estames com filetes soldados formando um tubo estaminal (coluna), mas anteras livres. Frutos: aquénios que permanecem agrupados. Floresce desde o final do Inverno até meados de Outubro.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Malva_sylvestris
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • BOLETO-CASTANHO-DAS-BÉTULAS
    (Leccinum scabrum)
    Espécie bem caracterizada pelo chapéu com diferentes tonalidades castanhas. Poros pequenos branco-acinzentados. Pé esbelto, coberto de granulações cinzentas. Carne branca e imutável ou ligeiramente rosada. Micorrízico de árvores do género Betula.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
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    VALE DO ROSSIM
  • RUSSULA-COR-DE-BOLETO
    (Russula mustelina)
    Chapéu convexo, carnoso e superfície lisa. Cutícula espessa, elástica de cor de Boletus edulis. Laminas brancas ou ocres. Pé robusto e irregular, branco-acastanhado. Carne pálida e amarelada debaixo da cutícula. Odor e sabor semelhantes a queijo curado. Frutifica em bosques de coníferas em zonas de montanha.
    Referências Bibliográficas: Bon, M. (2004). Guía de Campo de los hongos de España y de Europa. Ediciones Omega, S.A.
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    VALE DO ROSSIM
  • TENTILHÃO-MONTÊS
    (Fringilla montifringilla)
    Algo semelhante ao seu congénere tentilhão-comum, este é um fringilideo que apresenta plumagens diferentes no Inverno e Primavera. Por norma, no nosso território, o tentilhão-montês apresenta-se em plumagem de Inverno, com os machos caracterizados pela cabeça escura, peito e garganta laranjas e flancos pintalgados. As fêmeas têm a cabeça menos escura, o peito e garganta laranja pálidos, sendo também visíveis pintas nos flancos. Quando em voo, a característica mais chamativa é a presença de uropigio branco.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/frimon.html
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    VALE DO ROSSIM
  • DOM-FAFE
    (Pyrrhula pyrrhula)
    Colorido mas discreto, o dom-fafe é um granívoro que se alimenta principalmente de rebentos. O macho é característico: rosa vivo nas partes inferiores, cinzento nas partes superiores, com o barrete e o bico preto; em voo é visível o uropígio branco. A fêmea têm um padrão semelhante mas os tons são mais apagados.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/pyrhul.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    VALE DO ROSSIM
  • CRUZA-BICO
    (Loxia curvirostra)
    As mandíbulas cruzadas, que lhe permitem abrir as pinhas para extrair as sementes, fazem do cruza-bico uma das mais curiosas aves selvagens que ocorrem em Portugal. O cruza-bico é maior que um verdilhão, sendo assim um dos maiores elementos da sua família. O macho adulto é todo vermelho-carmim, a fêmea e os juvenis são esverdeados. Contudo, é o bico, cujas mandíbulas se cruzam na ponta, que mais facilmente caracteriza e permite identificar esta espécie.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/loxcur.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    VALE DO ROSSIM
  • RABIRRUIVO-DE-TESTA-BRANCA
    (Phoenicurus phoenicurus)
    O canto assobiado do rabirruivo-de-testa-branca é geralmente o primeiro sinal da presença desta colorida ave. Devido às características do meio que frequenta e ao hábito de pousar na copa das árvores, é mais frequentemente ouvido que visto. Do mesmo tamanho que o rabirruivo-preto. Os machos distinguem-se facilmente pelas partes inferiores avermelhadas, contrastando com as faces pretas e a testa branca. A fêmea é mais acinzentada, com tons mais claros que a fêmea de rabirruivo-preto.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/phopho.html
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    VALE DO ROSSIM
  • TORDO-ZORNAL
    (Turdus pilaris)
    Muitos observadores ainda não observaram em Portugal este tordo oriundo do norte da Europa. Contudo, a
    espécie é bem conhecida dos caçadores. Grande tordo, de tamanho quase semelhante a uma tordoveia. Caracteriza-se pela cauda longa, pelo dorso castanho, pelo uropígio cinzento e pelo peito tingido de bege ou ocre, com pintas castanhas. Quando em voo, são visíveis as coberturas inferiores brancas.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/turpil.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    VALE DO ROSSIM
  • COBRA-DE-ÁGUA-DE-COLAR
    (Natrix natrix)
    Encontra-se na maior parte do território nacional, escasseando no interior alentejano. Cobra grande de escamas carenadas. Cinza ou verde. Cabeça robusta, com pupila redonda. Escamas supralabiais com o rebordo geralmente escuro. Ventre claro, manchado de escuro. Fêmea maior e com a cauda mais curta.
    Espécie terrestre, diurna e crepuscular (nocturna com tempo quente), activa da primavera ao outono. O juvenil encontra-se geralmente na proximidade da água (lameiros, ribeiros, tanques, etc.). Alimenta-se de invertebrados, anfíbios, peixes e micromamíferos.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    VALE DO ROSSIM
  • SAPO-PARTEIRO
    (Alytes obstetricans)
    Em Portugal encontra-se a norte do rio Tejo e na serra de São Mamede (Portalegre). Pequeno, mas robusto. Padrão e coloração variáveis, cinzento claro e escuro, geralmente com pontos laranjas. Pele rugosa e pupila vertical. Possui três calosidades palmares de tamanho semelhante. O quarto dedo da pata anterior é maior do que os restantes. A fêmea é maior.
    Nocturno, mais activo na primavera, podendo ser visto durante todo o ano em zonas mais baixas. Vive em florestas, prados, campos e jardins, onde se esconde debaixo de pedras e troncos. A fêmea deposita cordões de ovos transportados pelo macho sobre os membros posteriores até à eclosão.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    VALE DO ROSSIM
  • RÃ-IBÉRICA
    (Rana iberica)
    Endemismo ibérico, bem distribuído a norte do rio Tejo em Portugal. Rã pequena, de pele lisa, granulosa no dorso. Coloração variável. Mancha pós-ocular escura. Região ventral clara, por vezes reticulada. Olho grande e proeminente, com pupila horizontal. Tímpano pouco desenvolvido. Membros posteriores longos e robustos, com membranas interdigitais.
    Activa todo o ano, facilmente observável na primavera. Hiberna durante o tempo frio e estiva no pico do verão. A fêmea pões até 400 ovos em ribeiros, rios e tanques bem oxigenados. O adulto encontra-se sempre na proximidade de massas de água fria e bem oxigenada.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    VALE DO ROSSIM
  • GALINHA-DA-FLORESTA
    (Laetiporus sulphureus)
    Muito fácil de identificar pelos seus carpóforos imbricados (dispostos como as telhas de um telhado), de coloração amarela e consistência suave. Frutifica em madeira viva ou morta de folhosas, sobre tudo de carvalhos e castanheiros. Muito raro em coníferas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
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    VALE DE CADELA
  • BOLETO-DE-PÉ-VERMELHO
    (Neoboletus luridiformis)
    Caracteriza-se pela cutícula castanha, poros avermelhados que azulam ao tacto, pé ponteado por granulações avermelhadas e carne amarela que se torna azul após o corte. Frutifica preferencialmente em bosques de folhosas, sendo mais raro em florestas de coníferas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
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    VALE DA CADELA
  • SILVA
    (Rubus sp.)
    Nota: Quando não é possível identificar a espécie com certeza, esta não é descrita.
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    VALE DE CADELA
  • CARVALHO-COMUM
    (Quercus robur)
    Esta espécie ocupa uma extensa área na Europa, com especial relevo ao Norte e uma parte da região mediterrânica. No Inverno tolera baixas temperaturas e geadas tardias de certa intensidade. Abunda essencialmente em zonas de vales e tem interesse na proteção contra incêndios, sendo utilizada para compartimentação, essencialmente de resinosas. Inicia a frutificação aos 35-40 anos e pode alcançar os 30-35 m de altura. Apresenta uma copa ampla e globosa, não muito densa.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Quercus_robur
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    VALE DA CADELA
  • TOUTINEGRA-DO-MATO
    (Sylvia undata)
    Trata-se de uma das mais pequenas toutinegras, caracterizada sobretudo pelo distintivo padrão avermelhado-escuro das partes inferiores desde o bico até à cauda, bem visível nos machos. Possui ainda características pintas brancas por debaixo do bico, partes superiores cinzento-azulado, e uma auréola vermelha em torno do olho. As fêmeas possuem basicamente o mesmo padrão de coloração, mas mais esbatido. O seu voo é ondulado, como se fosse bastante esforçado, com a sua cauda comprida a contrastar com o corpo diminuto.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/sylund.html
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    VALE DE CADELA
  • FELOSA-MALHADA
    (Locustella naevia)
    Embora ocorra todos os anos em Portugal durante as suas migrações, a felosa-malhada é uma das espécies mais difíceis de observar no campo. A felosa-malhada não é difícil de identificar se for observada em boas condições. A plumagem é castanha e esverdeada, apresentando o dorso levemente riscado, sendo esta a principal característica que permite distingui-la das outras felosas. O seu canto, que faz lembrar um insecto, ajudará a detectar esta espécie, mas raramente se faz ouvir em Portugal.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/locnae.html
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    VALE DE CADELA
  • SALAMANDRA-DE-PINTAS-AMARELAS
    (Salamandra salamandra)
    Ocorre em praticamente em todo território continental, sendo escassa nas zonas mais secas, a sul do rio Tejo. É um urodelo característico, preto e amarelo, com manchas laranjas ou vermelhas. Olhos proeminentes e glândulas parótidas bem desenvolvidas. Dimorfismo sexual pouco aparente, na época de reprodução o macho apresenta a cloaca mais desenvolvida. Espécie com actividade crepuscular e nocturna, com picos de actividade na primavera e no outono. Alimenta-se de uma grande variedade de invertebrados terrestres. É estritamente terreste, as fêmeas vão à água para depositarem as larvas (espécie vivípera).
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
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    VALE DE CADELA
  • SARDÃO
    (Timon lepidus)
    Ocorre em todo o país desde o nível do mar até aos 1900 metros, na Serra da Estrela. É o maior e mais robusto dos lagartos europeus. Cor verde, com pintas escuras e ocelos azuis nos flancos. Ventre branco ou amarelo e cabeça robusta. Cauda comprida. Fêmea de menor tamanho, com ocelos menos marcados. Juvenil escuro, com ocelos amarelados. É uma espécie terrícola, activa da primavera ao outono, podendo ser vista em dias de sol no inverno. Frequenta sítios rochosos e áridos, hortas, zonas dunares, etc. É Omnívoro, alimenta-se de invertebrados, aves, lacertídeos, micromamíferos e fruta.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
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    VALE DE CADELA
    VALE DO ROSSIM
  • FELOSA-IBÉRICA
    (Phylloscopus ibericus)
    Outrora encarada como uma subespécie da felosa-comum, a felosa-ibérica é hoje considerada uma espécie distinta. Pequena ave insectívora de cor verde, do mesmo tamanho que a felosa-comum, à qual se assemelha. O bico é fino e as patas são escuras. A felosa-ibérica identifica-se principalmente pelo seu canto e também pelo seu chamamento monossilábico descendente.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/phyibe.html
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    VALE DE CADELA
  • FELOSA-COMUM
    (Phylloscopus collybita)
    Esta insectívora diminuta é uma das mais comuns invernantes em Portugal, observando-se em praticamente todos os habitats, tal é o seu eclectismo. Esta espécie apresenta algumas pequenas variações nas tonalidades de plumagem para plumagem, mas no geral o seu aspecto é rechonchudo e pequeno, o dorso é cinzento-esverdeado, as asas escuras, as partes inferiores pálidas, e uma lista supraciliar ténue. As patas escuras e o bico pálido, curto e fino completam as características a reter da felosa-comum.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/phycol.html
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    VALE DE CADELA
  • CHAPIM-RABILONGO
    (Aegithalos caudatus)
    Virtualmente inconfundível, assemelha-se a uma pequena bola com cauda comprida, devido ao seu corpo rechonchudo e bico curto. Possui o peito e abdomén claros. A cor do dorso varia entre o preto no norte do país (subespecie taiti) e o cinzento no sul (subespecie irbii), apresentando tons intermedios nas aves do centro do país. Tem uma lista escura do bico até à nuca, e faces e barrete pálidos. Este chapim desloca-se quase sempre em grupo, em movimento frenético.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/aegcau.html
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    VALE DE CADELA
  • COELHO-BRAVO
    (Oryctolagus cuniculus)
    Espécie com 34 a 50 cm de comprimento cabeça-corpo, mais pequeno e menos esguio que a lebre. As orelhas têm um comprimento inferior ao da cabeça, com as pontas castanhas. A superfície superior da cauda é castanho-escura (branca por baixo, visível quando foge). Apresenta uma mancha castanho-avermelhada na zona superior do pescoço e o pêlo do ventre cinzento-azulado. Hábitos crepusculares e nocturnos, com actividade diurna quando não há interferência do Homem.
    Referências Bibliográficas: www.almargem.org/biodiv/especie/oryctolagus-cuniculus
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    VALE DE CADELA
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • DONINHA
    (Mustela nivalis)
    Espécie com 18,9 cm de comprimento cabeça-corpo para os machos e 15,4 cm para as fêmeas. O seu corpo é pequeno e cilíndrico, de pelagem castanho-avelã no dorso e branca na zona ventral. Apresenta ainda uma mancha castanha na garganta atrás do ângulo da boca. Espécie com actividade diurna e nocturna, alternando as horas de actividade com horas de descanso.
    Referências Bibliográficas: www.almargem.org/biodiv/especie/mustela-nivalis
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    VALE DE CADELA
  • GINETA
    (Genetta genetta)
    Carnívoro de médio porte, com 47 a 60 cm de comprimento cabeça-corpo. Silhueta elegante e delgada, possui pelagem amarelo-acastanhada ou cinzenta, com manchas escuras que se fundem ocasionalmente para formar listas longitudinais.A cauda, de tamanho semelhante ao do corpo, apresenta anéis negros que alternam com o cinzento da pelagem. Espécie de hábitos crepusculares e noctunos, podendo percorrer até 3 Km por hora.
    Referências Bibliográficas: www.almargem.org/biodiv/especie/genetta-genetta
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    VALE DE CADELA
  • FUINHA
    (Martes foina)
    Pequeno carnívoro de hábitos excluisamente nocturnos.Tem 42-48 cm de comprimento cabeça-corpo. De corpo alongado, a fuinha apresenta uma pelagem castanha, por vezes arruivada. Os seus membros são baixos, a cauda comprida e espessa. A cabeça da fuinha é larga e mais clara que o resto do corpo, as orelhas são salientes e arredondadas e o focinho é afilado. A pelagem apresenta coloração castanha (por vezes arruivada) e possui uma mancha peitoral de cor clara (de branco a creme), que se estende desde a garganta até à zona inicial das patas anteriores e se divide em duas, por uma lista escura longitudinal. As patas são mais escuras que o resto do corpo.
    Referências Bibliográficas: www.almargem.org/biodiv/especie/martes-foina
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    VALE DE CADELA
  • TARTARANHÃO-AZULADO
    (Circus cyaneus)
    Este é um tartaranhão bastante semelhante ao seu congénere tartaranhão-caçador. O macho distingue-se fundamentalmente pela ausência de barra preta junto às secundárias, e pela plumagem mais uniformemente azul-prateada nas partes inferiores. No caso das fêmeas, de tonalidade acastanhada, a distinção é mais difícil, baseando-se sobretudo nas dimensões maiores do tartaranhão-azulado, nas asas mais largas e formando uma «barriga» nas secundárias, e na presença de uma pequena barra preta junto às secundárias na parte superior das asas, tal como os machos. O uropígio branco é ligeiramente mais largo.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/circya.html
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    VALE DE CADELA
  • ÁGUIA-COBREIRA
    (Circaetus gallicus)
    Esta enorme águia, que se especializou na captura de répteis, também é conhecida pelo curioso nome de “João Branco”. A brancura das partes inferiores é certamente o aspecto que mais chama a atenção na plumagem desta águia. A coloração dos indivíduos é, contudo, bastante variável, havendo-os quase totalmente brancos e os que têm a cabeça escura com as asas sarapintadas. As partes superiores são castanhas e, quando a ave é vista de perto, reconhece-se também o olho amarelo.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/cirgal.html
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    VALE DE CADELA
  • ÁGUIA-DE-ASA-REDONDA
    (Buteo buteo)
    É uma das aves de rapinas mais abundantes em Portugal. Frequentemente observada em poisos ao longo das estradas, torna a sua identificação mais fácil quando encontrado nestes locais. Assim, pode facilmente ser reconhecida a sua característica mancha clara no peito em forma de meia-lua, contrastando com a tonalidade geral castanha escura e patas claras. Quando em voo, sobressaem as manchas claras nas partes inferiores e as orlas mais escuras, sendo também distinguível em determinadas condições a mancha peitoral.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/butbut.html
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    VALE DE CADELA
  • PAPA-AMORAS
    (Sylvia communis)
    Este é um passeriforme da família das toutinegras bem adaptada aos habitats de altitude, não supreendendo encontrá-la a cantar em locais inóspitos bem acima dos 1000 metros. Como características mais marcantes nesta espécie temos a cabeça cinzento-azulada e as terciárias arruivadas, no caso dos machos, que contrasta com a garganta pálida. O olho amarelo destaca-se na coloração descrita. As fêmeas são quase uniformemente acastanhadas, com as partes inferiores mais pálidas.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/sylcom.html
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    VALE DE CADELA
  • LAVERCA
    (Prunella modularis)
    Com o seu ar pardacento, a ferreirinha-comum é uma ave discreta que frequenta matagais nas terras altas no norte e do centro do país. A plumagem é predominantemente cinzenta e acastanhada. O dorso é riscado, tal como os flancos, enquanto que a cabeça é mais lisa. O bico é fino, característico das aves insectívoras.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/prumod.html
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    VALE DE CADELA
  • LAVERCA
    (Lullula arborea)
    Eis um dos mais conhecidos e facilmente identificáveis cantos dos nossos bosques e matas. Tal como as cotovias e a laverca, com quem se assemelha bastante, possui um padrão cromático que lhe confere um mimetismo extremamente fiável, em tons acastanhados. Distingue-se das restantes espécies pela ausência de uma crista visível e pela presença de um padrão claro-escuro-claro junto à dobra das asas, bastante visível quando a ave está poisada.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/lularb.html
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    VALE DE CADELA
  • VALE DA CADELA
    (Lacerta schreiberi)
    Esta espécie representa um endemismo ibérico. Em Portugal tem uma distribuição contínua a norte do rio Tejo. Verde e alaranjado, com reticulado negro. Na época de reprodução, a robusta cabeça do macho adquire uma cor azul brilhante. Fêmea maior e com manchas de maior tamanho. Juvenil com manchas claras nos flancos. Habita locais húmidos, como margens de rios e ribeiros, tanques e lameiros de montanha. Tem actividade diurna, da primavera ao outono e hiberna nos meses frios. Alimenta-se de invertebrados e de fruta (geralmente amoras).
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
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    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
    VALE DE CADELA
  • ANDORINHA-DAS-CHAMINÉS
    (Hirundo Rustica)
    Proporcionalmente, esta ave tem das mais compridas penas caudais da nossa avifauna. As duas penas exteriores formam uma cauda muito bifurcada e comprida. A cabeça escura e a garganta avermelhada contrastam com as partes inferiores brancas. O dorso e as partes superiores das asas são azuis-escuras com reflexos na nuca e dorso, mas podem parecer pretas à distância. Distingue-se da andorinha-dáurica pela ausência de uropígio claro.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/hirrus.html
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    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
  • RABIRRUIVO-PRETO
    (Phoenicurus ochruros)
    Conhecido também pelos nomes de carvoeiro ou pisco-ferreiro, o rabirruivo-preto é uma das aves mais características das aldeias no norte e centro do território. Pequeno passeriforme insectívoro do tamanho de um pisco-de-peito-ruivo. O macho é preto com uma pequena mancha branca na asa. A fêmea e o juvenil são acastanhados. Em todas as plumagens, o rabirruivo-preto identifica-se pela cauda cor-de-fogo e pelo “tique nervoso” que se consubstancia num frequente tremer.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/phooch.html
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    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
  • PARDAL-COMUM
    (Passer domesticus)
    O facto de coexistir com o homem no mesmo ambiente faz com que as suas características sejam facilmente apreciadas. Os machos e as fêmeas apresentam plumagens diferentes, sendo o primeiro caracterizado pelo babete preto, a testa e a coroa cinzentas, os loros escuros e o dorso acastanhado com marcas escuras. As fêmeas não possuem babete nem os loros escuros, apresentando a plumagem acastanhada e uma lista creme desde o olho à nuca. O bico é grosso, como é próprio das aves granívoras.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/pasdom.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
  • CARQUEJA
    (Pterospartum tridentatum)
    Planta lenhosa, arborescente, erecta, com 30 a 70 cm de altura e com ramos alados. As folhas estão reduzidas a filódeos coriáceos, frequentemente bi- a tridentados. As inflorescências são fascículos axilares e terminais constituídos por 3 a 6 flores amarelas, com pedúnculos curtos ou medíocres. A corola é papilionácea e possui uma pétala superior ovada ou subarredondada, as asas livres na extremidade e a quilha prateado-acetinada. O cálice é persistente, tubulosos e bilabiado. Os estames são monodelfos e o fruto é uma vagem oblongo-linear, comprimida, deiscente, bivalve, com 2 a 5 sementes. As flores da carqueja têm propriedades diuréticas e laxantes. As sementes podem induzir o vómito.
    Referências Bibliográficas: www.biorede.pt/page.asp?id=1787
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    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • URZE
    (Calluna sp.; Erica sp.)
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • BÉTULA
    (Betula alba)
    Árvore de copa frouxa, piramidal nos indivíduos novos e arredondada nos adultos, tronco curto, podendo atingir os 20 m de altura. É pouco ramificada, com os ramos horizontais e ápice não pendente. Ritidoma frequentemente branco e destacando-se em anéis, pelo menos nos troncos mais novos. Nos indivíduos adultos o ritidoma pode ser anegrado e fendido na base. Os ramos jovens e rebentos nitidamente pilosos, com ou sem glândulas resinosas. As folhas são rômbicas a ovado-arredondadas, em forma de cunha a truncadas na base, agudas, ás vezes curtamente apiculadas, irregularmente dentadas ou (mais raramente) quase serradas. A página inferior possui pêlos caducos na axila das nervuras. Os amentos masculinos são precoces, terminais, pendentes e caducos. Flores com 2 estames, perianto simples, muito reduzido e escamoso, dispostas em grupos de 3 na axila de cada bráctea, protegidas por 2 bractéolas. Os amentos femininos são cilíndricos, ovóide-oblongos, de flores nuas, 3 na axila de cada bráctea. As brácteas frutíferas são ciliadas. Os aquénios (frutos) apresentam asas transparentes, iguais ou pouco mais estreitas que a parte seminífera.
    Referências Bibliográficas: www.biorede.pt/page.asp?id=2244
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DO ROSSIM
  • PINHEIRO-DE-CASQUINHA
    (Pinus sylvestris)
    Esta espécie distribui-se por toda a Europa e Ásia. Em Espanha vegeta normalmente entre os 1000 a 2000 m de altitude com um ótimo nos 1500 m. Muitas das características que são reconhecidas nesta espécie, bem como a sua tolerância à continentalidade, conferem-lhe uma grande amplitude térmica, fazendo com que seja a essência que tem a mais ampla distribuição no mundo. A semente não é fértil, com regularidade, até aos 40 anos de idade da árvore. É uma árvore que supera os 30 m de altura, podendo alcançar os 40 m. O porte é inicialmente cónico-piramidal. O tronco é reto e cilíndrico, principalmente em bosques densos, onde se permite a poda natural. Os benefícios mais interessantes desta espécie são, frequentemente, os indiretos, ou seja, os de proteção (contra a erosão, avalanches), recreação e paisagísticos.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Pinus_sylvestris
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DO ROSSIM
  • LEBRE-IBÉRICA
    (Lepus granatensis)
    Espécie com cerca de 50-60 cm de comprimento (cabeça-corpo). De cor amarela-acastanhada no dorso e zona ventral branca, tem orelhas grandes, maiores que o comprimento da cabeça e negras na extremidade. As patas traseiras são mais longas que as patas dianteiras o que lhe proporciona grande agilidade, essenciais para uma fuga rápida em situações de perigo. A cauda é branca e preta com demarcação bem definida. São animais crepusculares e nocturnos, encontrando-se activas essencialmente durante a noite.
    Referências Bibliográficas: www.almargem.org/biodiv/especie/lepus-granatensis
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • JAVALI
    (Sus scrofa)
    Esta espécie tem de comprimento cabeça-corpo 100 a 146 cm nas fêmeas e 105 a 167 cm, nos machos. Tem um aspecto semelhante ao porco, corpo robusto, cabeça grande, membros curtos e fortes. A pelagem é escura e hirsuta e as defesas (caninos superiores) são projectados para cima, nos machos. No Verão, apresentam pêlos de protecção (cerdas) ainda relativamente compridos e densos, no Inverno, a pelagem é densa, com pêlos mais compridos e subpêlo rijo e espesso. Espécie essencialmente crepuscular e nocturna.
    Referências Bibliográficas: www.almargem.org/biodiv/especie/sus-scrofa
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DE CADELA
  • TORDOVEIA
    (Turdus viscivorus)
    O maior tordo da nossa avifauna é uma ave discreta, sobretudo por viver em habitats florestais, por vezes bastante densos. Passeriforme médio de dorso acastanhado e peito e flancos brancos pintalgados. A cauda é quase do tamanho da de um melro, com a silhueta mais robusta quando comparada com esta espécie. Quando em voo, distinguem-se bem as manchas pálidas nas coberturas internas, que contrastam com o padrão do peito e do abdómen.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/turvis.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • MELRO-DAS-ROCHAS
    (Monticola saxatilis)
    A visão de um melro-das-rochas empoleirado sobre uma rocha constitui, muitas vezes, o momento alto de um dia de observaçao em zonas de montanha. Do mesmo tamanho de um melro-azul. O macho adulto é fácil de identificar: cabeça e dorso azuis, ventre e cauda alaranjados, com uma característica mancha branca no dorso. A fêmea é menos contrastada e apresenta malhas na plumagem, tento também a cauda alaranjada. Pousa geralmente de forma bem visível em sítios altos, como no topo de grandes rochas.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/monsax.html
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    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • PETINHA-DOS-CAMPOS
    (Anthus campestris)
    Discreta e pouco abundante, a petinha-dos-campos pode passar facilmente despercebida, contudo durante a época dos ninhos é relativamente fácil de encontrar nalgumas serras portuguesas. Esta petinha, que pela estrutura se assemelha a uma alvéola, caracteriza-se pela plumagem muito clara, pela ausência de marcas no peito (adultos) e pela cauda bastante longa. As patas são rosadas. Pode confundir-se com a petinha de Richard, à qual se assemelha.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/antcam.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • SOMBRIA
    (Emberiza hortulana)
    Durante os meses de Maio e Junho, o canto da sombria enche as encostas da serra da Estrela. A cabeça verde, a garganta e o bigode amarelos e o ventre avermelhado permitiriam identificar facilmente a sombria, não fora o facto de esta ave raramente se deixar aproximar e de, à distância, poder parecer simplesmente uma ave acastanhada. Felizmente, o seu canto característico, que na Primavera é repetido incessantemente, permite localizar e identificar a sombria sem grande dificuldade.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/embhor.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DE CADELA
  • LAVERCA
    (Alauda arvensis)
    A laverca é uma das aves mais características das terras altas de Portugal, enchendo os cumes das serras com o seu canto interminável. Ave totalmente castanha, de padrão riscado, maior que um pardal. Sem sinais particulares na plumagem, a não ser a pequena poupa que nem sempre é visível. Quando pousa no meio da vegetação, esconde-se entre as ervas pode ser muito difícil de ver. O seu canto, emitido em voo, pode prolongar-se ininterruptamente durante vários minutos.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/alaarv.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DE CADELA
  • FALCÃO-PEREGRINO
    (Falco peregrinus)
    O falcão-peregino é o animal mais rápido do planeta e o seu voo picado constitui um dos mais fantásticos espectáculos da natureza. O falcão-peregrino é o maior falcão que ocorre em Portugal. Caracteriza-se pelas suas asas largas, pela cauda curta e pelo barrete escuro. Se observado a pequena distância, são visíveis as patas amarelas, as barras transversais finas (no adulto) e o espesso “bigode”.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/falper.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • ÓGEA
    (Falco subbuteo)
    Pequeno falcão, de tons escuros, cauda longa, asas longas e muito pontiagudas.
    As partes superiores das asas e do dorso são cor de ardósia, ao passo que as
    partes inferiores são claras. O peito é riscado e no ventre tem uma mancha
    avermelhada que apenas é visível a pequena distância. A face é branca
    apresentando um bigode preto, que faz lembrar o padrão do falcão-peregrino.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/falsub.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • ESMERILHÃO
    (Falco columbarius)
    É o menor dos falcões que podemos encontrar na nossa avifauna. A maioria dos falcões que ocorre entre nós apresenta um claro dimorfismo sexual, e o esmerilhão não é excepção. Possui a silhueta de um falcão de pequenas dimensões. As fêmeas e os juvenis são bastante semelhantes, com o peito barrado sobre fundo branco e o dorso acastanhado. O macho apresenta barras pequenas no peito, em fundo alaranjado e dorso cinzento-azulado. Normalmente desloca-se em voos baixos e bastante rápidos.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/falcol.html
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    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • PENEIREIRO-VULGAR
    (Falco tinnunculus)
    Este falcão de tamanho médio apresenta as asas pontiagudas e cauda comprida. O bico é curto e forte, típico da maioria das espécies deste grupo. A cauda do peneireiro-vulgar é um pouco mais comprida que a dos seu congéneres, dando-lhe um aspecto mais estilizado. Existem diferenças em termos de plumagem e dimensões entre os machos e as fêmeas desta espécie, sendo a última de dimensões maiores e menos colorida. A fêmea e o macho possuem o dorso cor de ferrugem, bastante sarapintado de preto, com a ponta das asas escuras. A cauda da fêmea é barrada, enquanto que o macho apresenta a cauda e a nuca lisas cinzento-azulado, contrastando bastante com a tonalidade do dorso. O peito do macho é menos barrado, parecendo mais liso que a fêmea.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/faltin.html
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    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • ÁGUIA-REAL
    (Aquila chrysaetos)
    A águia-real é a maior das águias portuguesas, ocorrendo em zonas inóspitas do interior. Trata-se de uma ave poderosa que surpreende pela agilidade do voo. A águia-real é praticamente inconfundível, apenas podendo ser difícil a sua distinção da mais rara águia-imperial-ibérica. As asas são grandes e largas e a cauda proporcionalmente comprida, com a cabeça projectada, exibindo a tonalidade pálida da nuca, que pode ir do castanho claro ao dourado quase branco. No restante da plumagem, o tom dos adultos é no geral escuro, ao contrário dos juvenis e imaturos, que exibem “janelas” brancas nas asas e uma banda branca larga na cauda, bastante visíveis à distância.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/aquchr.html
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    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • ABUTRE-PRETO
    (Aegypius monachus)
    A enorme silhueta escura do abutre-preto é muitas vezes vista a grande altura, por momentos fazendo esquecer que esta é a maior das aves planadoras que ocorrem em Portugal. Pelo tamanho pode fazer lembrar um grifo, mas é um pouco maior que esta espécie, distinguindo-se principalmente pela plumagem totalmente escura, quase negra. A envergadura pode atingir os 3 metros. A silhueta em voo é um pouco diferente da do grifo, sendo as asas mantidas ligeiramente recurvadas para baixo. Quando visto em voo, podem por vezes ver-se as patas esbranquiçadas.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/aegmon.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DE CADELA
  • GRIFO
    (Gyps fulvus)
    Muito grande, maior que as águias. Voa grandes distâncias planando e quase sem bater as asas. A plumagem é acastanhada. Os “dedos” das asas são facilmente visíveis. Gregário, forma frequentemente bandos de algumas dezenas de aves. Pode confundir-se com o abutre-preto, que por vezes se lhe associa, distinguindo- se desta espécie principalmente pelas tonalidades castanho-cremes das coberturas, pelo pescoço claro e pela extremidade das asas claramente revirada para cima.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/gypful.html
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    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DE CADELA
  • CHAPIM-DE-POUPA
    (Lophophanes cristatus)
    Ao contrário dos outros membros da sua família, o chapim-de-poupa apresenta a plumagem predominantemente castanha e branca. A face é branca, com uma risca preta. Os adultos identificam-se facilmente pela pequena poupa que têm no alto da cabeça. Esta poupa pode faltar nos juvenis.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/lopcri.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DE CADELA
  • TENTILHÃO
    (Fringilla coelebs)
    O tentilhão-comum apresenta plumagens distintas para machos e fêmeas, sendo nesta última menos vistosa. Os machos ostentam um típico barrete azulado que se estende pela nuca até ao dorso, peito e faces avermelhados, e asas com padrão preto-e-branco bastante contrastantes. O bico é cónico e bastante robusto. Por outro lado, as fêmeas têm cores menos berrantes, apresentando os mesmos padrões nas asas, com o resto do corpo cinzento-acastanhado, mais claro nas partes inferiores.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/fricoe.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
  • ABRUNHEIRO-BRAVO
    (Prunus spinosa)
    Espécie autóctone, distribuída por todo o país (excluindo ilhas). Arbusto caducifólio (até 6 m) muito espinhoso, folhas mínimas, flores pequenas e brancas de pedúnculo curto, muito numerosas. Os frutos são semelhantes a cerejas azul-escuras a pretas, de sabor amargo.
    Referências Bibliográficas: www.naturdata.com/especie/Prunus-spinosa/3584/0
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • PILRITEIRO
    (Crataegus monogyna)
    Espécie autóctone, distribuída por todo o continente e introduzida na Madeira. Pequena árvore (até 10 m) muito espinhosa, com pequenas folhas lobadas, flores brancas em inflorescências densas, e bagas vermelhas com pedúnculos compridos.
    Referências Bibliográficas: www.naturdata.com/especie/Crataegus-monogyna/3596/0
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • MIMOSA
    (Acacia dealbata)
    As árvores do género Acacia foram introduzidas em Portugal (provavelmente no Séc. XVIII) para utilização como plantas ornamentais e também com objetivos específicos como fixação de taludes e barreiras à expansão de zonas dunares costeiras. Chegaram a Portugal vindas quase todas do Sul da Austrália e hoje chegam a formar manchas de vegetação cerrada onde é não é viável a sobrevivência de outras plantas. Infelizmente as consequências hoje em dia estão à vista de todos com a expansão descontrolada das acácias, que se espalham facilmente, afetando a produção florestal, provocando a destruição de muito das nossas florestas autóctones e levando a irremediáveis perdas de biodiversidade e de produtividade. Não prejudicam apenas vegetação nativa mas afetam também todas as espécies de fauna que dependem destas plantas para a sua alimentação.
    Referências Bibliográficas: www.quercus.pt/comunicados/2018/fevereiro/5538-infestantes-invasoras-lenhosas-o-problema-das-acacias-em-portugal
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • PETINHA-DE-RICHARD
    (Anthus richardi)
    Esta é uma ave de difícil identificação, pois é bastante semelhante à petinha-dos-campos. As diferenças residem sobretudo nas patas mais compridas e na ausência de lista preta nos loros. Embora nem sempre seja possível conseguir ter uma visão clara das patas, um olhar atento à garra posterior ajuda a identificar esta espécie, pois é bastante mais comprida que as das congéneres. Também característico é o seu hábito de peneirar antes de pousar.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/antric.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • POMBO-TORCAZ
    (Columba palumbus)
    É o maior dos nossos pombos. O tom cinzento da plumagem, incluindo a parte inferior das asas, e a sua grande dimensão permitem separá-lo dos pombos domésticos. As grandes manchas brancas nas asas e no pescoço, todas visíveis em voo, ajudam a confirmar a identificação desta espécie.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/colpal.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • CARTAXO-NORTENHO
    (Saxicola rubetra)
    A silhueta desta espécie é muito semelhante à do cartaxo-comum: é uma ave pequena, com a cauda relativamente curta e bico fino, que pousa em postura vertical. O cartaxo-nortenho distingue-se sobretudo pela lista supraciliar branca bem visível em todas as plumagens e, principalmente, pela base branca das rectrizes exteriores, bem visível em voo. Esta última característica é geralmente a mais segura, já que as fêmeas de cartaxo-comum também podem apresentar uma ligeira sobrancelha esbranquiçada.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/saxrub.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • ESTORNINHO-MALHADO
    (Sturnus vulgaris)
    Do mesmo tamanho que o estorninho-preto, ao qual se associa frequentemente. Distingue-se principalmente pelas inúmeras malhas brancas que apresenta na plumagem; esta característica é, contudo, muito difícil de ver à distância e é menos evidente na Primavera. As patas são vermelhas.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/stuvul.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • ESTORNINHO-PRETO
    (Sturnus unicolor)
    Embora se trate de uma espécie facilmente reconhecível, o estorninho pode ser confundido com o melro-preto. Apresenta, tal como este último, o bico amarelado e o corpo escuro, embora a cauda seja mais curta, a postura mais erecta; distingue-se pelas patas rosadas pelos e tons esverdeados brilhantes no corpo, que é simultaneamente mais compacto. No Inverno, apresenta pintas claras ao longo do corpo, tornando a sua distinção face ao estorninho-malhado bastante difícil. Ainda assim, o aspecto geral desta ave face à sua congénere é sempre mais escuro. Os juvenis são castanhos.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/stuuni.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    JANCÃO
  • FREIXO
    (Fraxinus angustifolia)
    Espécie com origem na Europa Meridional, Norte de África e Ásia Ocidental. Em Portugal está praticamente dispersa por todo o território. Encontra-se em bosques ripários de margens de cursos de água com caudal permanente, formando geralmente a segunda banda mista de choupos e freixos, paralela à margem, por detrás dos salgueirais. É uma árvore de altura compreendida entre os 10 a 15 metros, alcançando por vezes os 20 metros. O tronco é direito e vigoroso. As folhas são ligeiramente purgantes, diuréticas e podem ser utilizadas no tratamento de doenças reumáticas. A casca é tónica e febrífuga.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Fraxinus_angustifolia_subesp_angustifolia
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • TABUA
    (Typha sp.)
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • AZINHEIRA
    (Quercus ilex)
    “Esta espécie é muito característica da região mediterrânea e tem preferência por sítios secos. Daí, a sua distribuição em Portugal estar mais localizada no Interior. É uma espécie da família Fagaceae, a que pertencem também o castanheiro, o sobreiro e todos os outros carvalhos. É um dos Quercus de folha esclerófila, ou seja, com folhas duras e adaptadas a condições de stress hídrico. No Alentejo, as azinheiras dão origem ao que conhecemos como montado de azinho.”
    Referências Bibliográficas: www.wilder.pt/especies/que-especie-e-esta-uma-azinheira
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • LIBÉLULA-COR-DE-SANGUE
    (Sympetrum sanguineum)
    Em Portugal aparece sobretudo a norte do Mondego, entre o nível do mar e os 1600 metros. Corpo vermelho. Abdómen ligeiramente dilatado nos últimos segmentos. Patas negras da coxa para baixo. Fêmea castanha clara, com linhas e pontos negros. Ocorre em diversos tipos de habitat, desde charcos temporários a ribeiros, rios e barragens, quando há uma certa flutuação do nível da água.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2013). As Libélulas de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • ALVÉOLA-AMARELA
    (Motacilla flava)
    Tal como as outras alvéolas, também a alvéola-amarela tem uma cauda comprida. Os machos adultos são reconhecíveis à distância devido à intensidade da plumagem amarela que cobre o peito e o ventre. A cabeça é azulada. As fêmeas são parecidas, embora com as cores menos vivas. Os juvenis são mais acastanhados, embora com vestígios de amarelo no ventre. Pode confundir-se com a alvéola-cinzenta, que contudo tem umacauda mais longa e não tem a cabeça azul.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/motfla.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
    JANCÃO
  • RAPOSA-VERMELHA
    (Vulpes vulpes)
    Espécie com cerca de 58 a 90 cm de comprimento cabeça-corpo. A côr do pêlo é variável entre o castanho-avermelhado ao castanho-claro. As orelhas são erectas, pontiagudas e pretas na parte de trás. A cauda, comprida e espessa, pode apresentar uma mancha branca na ponta ou alguns pêlos brancos na extremidade. O focinho é afunilado com o lábio superior branco. A garganta é normalmente branca, mas em alguns indivíduos apresenta tons de cinzento-escuro metalizado, com rebordo preto, tanto na garganta como na barriga. Espécie essencialmente nocturna e crepuscular, contudo, pode apresentar actividade durante o dia em locais mais sossegados.
    Referências Bibliográficas: www.almargem.org/biodiv/especie/vulpes-vulpes
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DE CADELA
  • BUFO-REAL
    (Bubo bubo)
    A maior das rapinas nocturnas portuguesas, o bufo-real é uma das espécies mais cobiçadas pelos observadores de aves, mas nem sempre é fácil de encontrar. Enorme, com os seus 60 cm de tamanho o bufo-real é inconfundível. Possui dois penachos sobre a cabeça, que fazem lembrar duas “”orelhas””. Os olhos, muito grandes, são cor-de-laranja. O seu canto “”Uhu”” pode ser ouvido a vários quilómetros de distância.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/bubbub.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • MELRO-AZUL
    (Monticola solitarius)
    É um passeriforme de tamanho médio, um pouco mais pequeno que o melro-preto. O macho é facilmente identificável pela sua cor azul, que é particularmente intensa durante a época de reprodução e um pouco mais mortiça no Inverno. As asas são mais escuras e são frequentemente mantidas em posição “descaída”. A fêmea é acinzentada e os juvenis apresentam frequentemente manchas no peito. Pode ser confundido com o melro-das-rochas, mas este último tem a cauda e o peito cor-de-fogo.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/monsol.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • LIBÉLULA-MERIDIONAL
    (Sympetrum meridionale)
    Em Portugal encontra-se bem distribuída, embora as populações sejam localizadas. Vive entre o nível do mar e os 700 metros. Corpo avermelhado, praticamente sem marcas escuras. Patas amarelas, com o negro reduzido. Asas sem macha basal. Fêmea mais clara. Mostra maior preferência que as congéneres por ambientes temporários, embora possa ocorrer em águas permanentes desde que possuam grande flutuação no seu nível.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2013). As Libélulas de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • LIBÉLULA-ESMERALDA
    (Sympetrum sanguineum)
    Está bem distribuída em Portugal, apesar de não existirem registos no vale do Tejo e no Alentejo interior. Vive entre o nível do mar e os 1000 metros. Fácil de identificar pelo corpo verde-escuro metalizado, com pequenas marcas longitudinais amarelas. Pequena calosidade esbranquiçada na parte superior do segmento S10. Fêmea com uma mancha alar amarelada. Ocorre em rios e ribeiros com pouca corrente, situados na orla de florestas. Espécie restrita ao sudoeste da Europa e ao Norte de África, encontrando-se protegida por lei.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2013). As Libélulas de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • LIBELINHA-DELICADA
    (Oxygastra curtisii)
    Está bem distribuída em Portugal, apesar de não existirem registos no vale do Tejo e no Alentejo interior. Vive entre o nível do mar e os 1000 metros. Fácil de identificar pelo corpo verde-escuro metalizado, com pequenas marcas longitudinais amarelas. Pequena calosidade esbranquiçada na parte superior do segmento S10. Fêmea com uma mancha alar amarelada. Ocorre em rios e ribeiros com pouca corrente, situados na orla de florestas. Espécie restrita ao sudoeste da Europa e ao Norte de África, encontrando-se protegida por lei.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2013). As Libélulas de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • ROUXINOL-PEQUENO-DOS-CANIÇOS
    (Acrocephalus scirpaceus)
    Totalmente castanho, com a garganta esbranquiçada, o rouxinol-pequeno-dos-caniços tem um aspecto algo incaracterístico, sem marcas particulares. O bico é fino, à semelhança dos outros insectívoros. O seu canto, composto por sequências variadas de notas repetidas, é a melhor forma de identificar esta espécie.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/acrsci.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • ROUXINOL-GRANDE-DOS-CANIÇO
    (Acrocephalus arundinaceus)
    É a maior das nossas felosas, sendo quase do tamanho de um pequeno tordo. A plumagem é totalmente castanha, notando-se a garganta esbranquiçada. O seu canto estridente, muito característico, é composto por diversas notas arranhadas que são entoadas aos pares, em longas sequências. A designação “rouxinol” poderá derivar do facto de esta espécie cantar também durante a noite.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/acraru.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • MERGULHÃO-PEQUENO
    (Tachybaptus ruficollis)
    Tem a forma padronizada de um mergulhão de pequenas dimensões, de pescoço proeminente e em forma de S, bico curto, corpo comprido e patas com dedos grandes e palmados. O mergulhão-pequeno assemelha-se ao mergulhão-de-pescoço-preto, possuindo uma plumagem menos marcada e contrastante, dominada sobretudo pelos tons de castanho. A plumagem nupcial difere da plumagem de Inverno sobretudo na presença de uma mancha amarela conspícua junto à base do bico, pelo pescoço ruivo e bico escuro. Durante o Inverno assemelha-se ainda mais ao seu parente mergulhão-de-pescoço-preto, separando-se pelo menor tamanho, pelo olho escuro e pelo pescoço e flancos ocres.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/tacruf.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • GALINHA-D’ÁGUA
    (Gallinula chloropus)
    Trata-se de uma espécie rapidamente identificável pela combinação de corpo escuro, fronte e bico vermelhos com ponta amarela, e patas claras. As penas infra-caudais são de um branco bastante conspícuo. Sendo uma ave aquática, apresenta algumas adaptações a este meio, tais como os dedos bastante compridos que lhe permite caminhar sobre a vegetação flutuante.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/galchl.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • COTOVIA-ESCURA
    (Galerida theklae)
    Tal como as outras cotovias que ocorrem em Portugal, caracteriza-se pela plumagem castanha, apresentando riscas verticais escuras no peito. A pequena poupa que ostenta no alto da cabeça permite distingui-la de todas as outras espécies, excepto da muito parecida cotovia-de-poupa. Relativamente a esta última espécie, identifica-se pela plumagem mais escura, pela mandíbula inferior convexa e pelo peito mais fortemente marcado.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/galthe.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • CARTAXO-COMUM
    (Saxicola rubicola)
    Pequeno insectívoro de fácil identificação, especialmente no caso do macho. Possui um característico padrão preto na cabeça, contrastante com o colar branco e o peito alaranjado. As fêmeas têm a plumagem menos contrastada e podem ser confundidas com as de cartaxo-nortenho, separando-se pela ausência de lista superciliar esbranquiçada e de lista malar (bigode). Vulgarmente é encontrado empoleirado em postes, cercas e fios, locais que elege para observar as presas (insectos) que captura.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/saxtor.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • SALGUEIRO
    (Salix sp.)
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
    VALE DE CADELA
  • CHOUPO
    (Populus sp.)
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • LAGOSTIM-VERMELHO-DO-LOUISIANA
    (Procambarus clarkii)
    Esta é uma espécie exótica invasora com um grande sucesso. Em 40 anos, o lagostim-vermelho-da-Louisiana entrou em Portugal e espalhou-se por todo o país. É uma das espécies exóticas invasoras mais perigosas. Esta espécie nativa da América do Norte, que entrou em Portugal em 1979, está espalhada por, pelo menos, 11 bacias hidrográficas de Norte a Sul: Douro, Leça, Vouga, Mondego, Lis, ribeiras do Oeste, Tejo, Sado, Mira, ribeiras do Algarve e Guadiana. É um predador voraz de anfíbios – como a salamandra-de-costelas-salientes (Pleurodeles waltl) e a rela (Hyla arborea) -, insectos e plantas e é temido pelos orizicultores, que vêem as galerias escavadas pelos lagostins secar os seus campos de arroz.
    Referências Bibliográficas: www.wilder.pt/especies/que-especie-e-esta-lagostim-vermelho-do-louisiana-2
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • LONTRA
    (Lutra lutra)
    Espécie com cerca de 60-90 cm de comprimento cabeça-corpo, nos machos e 59-70 cm, nas fêmeas. O seu corpo é alongado e esguio, castanho no dorso e mais claro no ventre. A pelagem, espessa e sedosa, é constituída por duas camadas de pêlos: a mais externa responsável pela impermeabilização e a mais interna pelo isolamento térmico. Os seus membros e pescoço são curtos. As patas, providas de membrana interdigital. O focinho é largo e arredondado, as orelhas e os olhos pequenos, ao contrário da cauda que é comprida, espessa na base e que afunila suavemente até à ponta. As orelhas, as narinas e os olhos situam-se na parte superior da sua cabeça achatada, de modo a manterem-se fora de água quando o animal nada à superfície. Espécie de hábitos essencialmente nocturnos, com um período de inactividade a meio da noite.
    Referências Bibliográficas: www.almargem.org/biodiv/especie/lutra-lutra
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
    VALE DO ROSSIM
  • GUARDA-RIOS
    (Alcedo athis)
    Inconfundível. Muitas vezes é detectado quando faz o seu voo rasante e directo. Quando pousado, pode ser facilmente reconhecido pelo dorso e pelas asas azuis e pelo peito e ventre cor-de-laranja. Pousa frequentemente em pequenos postes ou ramos secos, junto à água, a partir de onde pratica a caça à espera. Por ser uma ave tão colorida, é bem conhecida das populações, que por isso baptizaram esta espécie com pelo menos vinte e cinco nomes diferentes. Eis alguns deles: chasco-de-rego, espreita-marés, freirinha, juiz-do-rio, martinho-pescador, passa-rios, pica-peixe, piçorelho, pisco-ribeiro, rei-do-mar.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/alcatt.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • CORVO-MARINHO-DE-FACES-BRANCAS
    (Phalacrocorax carbo)
    Esta ave aquática de médio-grande porte chama a atenção por ser quase totalmente preta, tanto pousada como em voo. É claramente maior que um pato, tem um pescoço longo e asas igualmente longas. O bico amarelo contrasta com o preto da plumagem e, no final do Inverno, alguns indivíduos adquirem uma mancha branca em cada flanco e outra na cabeça. É um nadador exímio, que mergulha para apanhar o peixe de que se alimenta. Pode confundir-se apenas com o corvo-marinho-de-crista, espécie residente, que contudo é mais esguio, não tem branco na plumagem e tem o bico mais fino.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/phacar.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
    VALE DO ROSSIM
  • GATEIRO-AZUL
    (Calopteryx virgo)
    Muito frequente por toda a Europa. Em Portugal encontra-se bastante dispersa a norte do Tejo. Vive entre o nível do mar e os 1000 metros. Tem o corpo azul-esverdeado, asas largas e azuis quase na totalidade. O corpo da fêmea é verde-metalizado e as asas são castanhas com venação escura. Surge em cursos de água de pequena dimensão, frios, rápidos, oxigenados e com vegetação ribeirinha.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2013). As Libélulas de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • RÃ-VERDE
    (Pelophylax perezi)
    Rã grande, comum em todo o país. Coloração variável, verde e castanha. Lista dorsal verde clara (por vezes inexistente). Pele lisa ou rugosa. Olhos grandes, proeminentes e com pupila horizontal. Membros posteriores longos, robustos e com membranas interdigitais. Fêmea maior e sem saco vocal. Diurna e nocturna, activa todo o ano (pode hibernar ou estivar). Vive na proximidade da água, sendo resistente à poluição e temperatura da água.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
  • BUTIO-VESPEIRO
    (Pernis apivorus)
    O bútio-vespeiro é uma ave de rapina de hábitos bastante discretos, de dimensão média-grande, um pouco maior que a mais comum águia-d’asa-redonda. Relativamente a esta última espécie, as semelhanças são bastantes, diferindo na maior projecção da cabeça quando em voo, asas um pouco mais largas, e na existência de grossas barras transversais intermédias na cauda. Pode ocorrer numa grande variedade de colorações, desde os indivíduos quase pretos, a aves de tonalidade bastante clara, apresentando no entanto, em todos os casos, o mesmo padrão cinzento na cabeça, barras no peito e nas asas e, no caso dos indivíduos mais claros, os característicos “punhos” pretos.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/perapi.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • MILHAFRE-PRETO
    (Milvus migrans)
    Caçador, pescador, necrófago e oportunista – todos estes adjectivos podem ser utilizados para descrever esta ave de rapina. O milhafre-preto é uma ave de rapina de tamanho médio, que se caracteriza pela plumagem castanha e pela sua cauda bifurcada. O facto de caçar frequentemente ao longo das estradas ou sobre planos de água torna-o bastante conspícuo. Pode confundir-se com o milhafre-real (distinguindo-se deste pela plumagem mais escura e pela cauda castanha e não ruiva) ou com a águia-calçada de fase escura (da qual se distingue pela bifurcação na cauda).
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/milmig.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • GIESTA
    (Cytisus sp.)
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    PLANALTO DO MALHÃO/SANTINHA
    VALE DE CADELA
    VALE DO ROSSIM
  • AMANITA-MATA-MOSCAS
    (Amanita muscaria)
    Facilmente identificável pelo chapéu vermelho-alaranjado, coberto por escamas brancas. As lâminas são brancas. O pé possui um anel membranoso e na base apresenta uma volva. Frutifica, tanto em bosques de folhosas como em florestas de coníferas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • FALSO-CHAPÉU-DA-MORTE
    (Amanita citrina)
    A cutícula amarela é lisa e destacável, com restos irregulares do véu universal, de cor ocre. O pé é branco-amarelado, com a base bulbosa e o anel é membranoso, persistente e ligeiramente estriado. A carne é branca com odor a batatas cruas e o sabor é desagradável. Frutifica, tanto em bosques de folhosas como em florestas de coníferas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
    VALE DO ROSSIM
  • COUVE-FLOR
    (Sparassis crispa)
    Apesar de pouco frequente, é fácil de identificar pela sua forma característica, de grande tamanho e pelo facto de frutificar na base de coníferas. É um parasita das raízes de árvores do género Pinus (pinheiros).
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • RÚSSULA-AZUL
    (Russula cyanoxantha)
    Caracteriza-se pelo chapéu violeta, com diferentes tonalidades. Pé cilíndrico de cor branca. As lâminas são brancas e gordurosas, a carne é branca, de sabor doce a fazer lembrar avelãs. Frutifica, preferencialmente, em bosques de folhosas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • RÚSSULA-AZUL
    (Russula cyanoxantha)
    Caracteriza-se pelo chapéu violeta, com diferentes tonalidades. Pé cilíndrico de cor branca. As lâminas são brancas e gordurosas, a carne é branca, de sabor doce a fazer lembrar avelãs. Frutifica, preferencialmente, em bosques de folhosas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • BOLETO-DOS-PINHEIROS
    (Boletus pinophilus)
    Fácil de reconhecer pela sua cutícula castanho-avermelhada, pé grosso com retículo avermelhado, mais ou menos evidente e carne rosada por baixo da cutícula. Apesar do seu nome, frutifica tanto em bosques de folhosas, como em bosques de coníferas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • REPOLGA
    (Plerotus ostreatus)
    Identifica-se facilmente pelos seus carpóforos em forma de ostra, pé lateral ou quase inexistente e coloração escura, apesar de bastante variável. Carne branca de odor agradável e sabor doce. Frutifica de forma gregária sobre folhosas, sendo muito raro em coníferas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
    VALE DE CADELA
  • TRITÃO-MARMOREADO
    (Triturus marmoratus)
    Apresenta uma coloração variável: desenhos escuros e verdes. Banda longitudinal branca nos dois lados da cauda. Parótidas, membros e cauda bem desenvolvidos. Na fase aquática o macho apresenta uma crista dorsal (da cabeça à cauda). Fêmea com lista dorsal laranja, sem a banda branca da cauda e com os membros menos desenvolvidos. Espécie nocturna (na fase de reprodução vê-se de dia), activo do outono à primavera. Habita prados, florestas, lameiros e jardins. Na fase aquática vive em tanques, lagos, ribeiros e rios de pequena dimensão. Alimenta-se de larvas de insectos aquáticos e de anfíbios (fase aquática) e de lesmas, caracóis e minhocas (fase terrestre).
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • VÍBORA-CORNUDA
    (Vipera latastei)
    Espécie pequena. Coloração variável, castanha ou cinza, com manchas escuras em zig-zag. As populações do norte do país são mais claras. Cabeça triangular, com o focinho proeminente e pupila vertical. Mancha escura na nuca, em forma de V (aberto para o lado da cuada). Ventre geralmente claro. Apresenta actividade diurna e crepuscular (pode ser nocturna nos meses mais quentes). É activa entre o final da primavera e o início do outono, hibernando o resto do ano. Vive em espaços abertos com vegetação esparsa e em locais rochosos. Alimenta-se de répteis, aves e micromamíferos.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • TRIGUEIRÃO
    (Emberiza calandra)
    Totalmente castanho, o trigueirão distingue-se pelo bico grosso, pelas riscas no peito, pelas patas rosadas e, acima de tudo pelo seu canto. Esta espécie pousa frequentemente em postes e fios telefónicos, deixando-se por isso observar relativamente bem.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/embcal.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
    LAGOAS DA RIBEIRA DE BOCO
  • PINTARROXO
    (Linaria cannabina)
    Embora seja bastante territorial durante a Primavera, no Inverno apresenta um comportamento gregário, podendo ser observados bandos de grande dimensão nos campos agrícolas do nosso território, por vezes em associação com outras espécies de granívoros. Os machos são facilmente reconhecíveis pela característica testa e peito vermelhos, que contrastam com a cabeça acinzentada. Tanto nos machos como nas fêmeas e jovens, o dorso é acastanhado e o bico é escuro e triangular.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/lincan.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • CEGONHA-PRETA
    (Ciconia nigra)
    Espécie de fácil identificação. Possui o bico e as patas vermelhas, um padrão preto no dorso, asas, pescoço e cabeça, e branco no abdómen. Dependendo da luminosidade, é por vezes possível observar os reflexos esverdeados nas asas, e alguns tons púrpura no pescoço e cabeça. Ligeiramente mais pequena que a congénere cegonha-branca, é bastante mais tímida, fugindo ao menor sinal de perturbação. Dado ser uma espécie bastante sensível à perturbação, a sua observação deve ser feita com cuidado, evitando ao máximo causar danos nesta população.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/cicnig.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • CIA
    (Emberiza cia)
    Fácil de identificar pelo característico padrão riscado da cabeça, possuindo listas escuras em forma de tridente na zona facial, que contrastam com o tom cinzento-azulado. As partes inferiores são ocres e o dorso castanho claro e listado. O seu pio assemelha-se ao ar a escoar de um furo, por vezes quase imperceptível.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/embcia.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • FELOSA-DE-BONELLI
    (Phylloscopus bonelli)
    O canto da felosa-de-bonelli, composto por um trinado com a duração de cerca de um segundo, ajuda a localizar e a identificar esta espécie, que frequenta sobretudo as copas das árvores. Do mesmo tamanho que uma felosa-comum, caracteriza-se pelos tons verdes e acinzentados da plumagem. A coloração é menos uniforme que a da felosa-comum, notando-se um contraste do uropígio esverdeado e da cabeça acinzentada, onde se destaca o olho preto. O ventre é branco e as patas são escuras.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/phybon.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • PICA-PAU-GALEGO
    (Dryobates minor)
    Este é o mais pequeno pica-pau presente no nosso território (tambem é conhecido pelo nome de pica-pau-malhado-pequeno). As suas reduzidas dimensões permitem separá-lo do pica-pau-malhado-grande. Para além do peito de cor clara e das características manchas brancas no dorso que contrastam com a cor negra, o macho apresenta um barrete vermelho que chega à testa. Já a fêmea não apresenta outra coloração na totalidade da plumagem para além do preto e do branco.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/drymin.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • PICA-PAU-VERDE
    (Picus viridis)
    Mais vezes ouvido do que visto, o pica-pau verde faz-se notar sobretudo pela sua “gargalhada”. A sua vocalização, deu origem a um dos mais curiosos nomes vernáculos: “cavalo-rinchão”. Também é conhecido pelos nomes de peto-verde e peto-real. É o maior dos nossos pica-paus. O corpo é verde, tendo uma tonalidade mais clara (quase amarelada) no uropígio. A coroa é vermelha, tendo o macho também o bigode vermelho. Em voo é característico o seu voo ondulado.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/picsha.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • ESQUILO-VERMELHO
    (Sciurus vulgaris)
    O esquilo-vermelho é a única espécie de esquilo presente em Portugal. É facilmente identificado pela sua cauda felpuda e pelos tufos de pêlos das orelhas. A sua coloração pode variar desde o mais acinzentado para o preto. Por isso, o nome “vermelho” pode induzir em erro. As pinhas são o alimento preferido destes animais. Quando não são consumidas no momento em que são encontradas, podem ficar armazenadas em buracos ou no solo, para serem comidas mais tarde. No entanto, o que acontece muitas vezes é que ficam esquecidas. O esquilo torna-se assim num importante dispersor de sementes e, desta forma, desempenha um papel muito importante na regeneração e manutenção das nossas florestas.
    Referências Bibliográficas: www.wilder.pt/especies/que-especie-e-esta-esquilo-vermelho
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CURRAL DO NEGRO
  • AMIEIRO
    (Alnus glutinosa)
    É uma espécie comum em toda a Europa e pode ser encontrada até aos 1200 metros de altitude, essencialmente na bordadura dos cursos de água, pântanos, charcos e pastagens. Nas florestas húmidas (ou bosquetes) onde não é muito frequente, surge em consociação com outras espécies. É uma espécie bastante plástica quanto às condições climáticas desde que as suas raízes estejam em contacto quase permanente com um lençol de água superficial ou pouco profundo do qual necessita para sobreviver.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Alnus_glutinosa
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • OLIVEIRA
    (Olea europaea)
    É uma espécie de médio porte, com uma copa ampla e um tronco grosso, por vezes arbustiva. É frequentemente cultivada, podendo ser encontrada em matas xerófilicas e em matos de sítios rochosos e secos. A oliveira é um símbolo da agricultura antiga nas regiões mediterrânicas, sendo cultivada até aos nossos dias. A casca é cinzenta e possui raminhos cinzentos com escamas muito pequenas. O fruto é de cor verde quando nova, tornando-se negra ou verde-acastanhada quando madura.
    Referências Bibliográficas: www.biorede.pt/page.asp?id=2377
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • FIGUEIRA
    (Ficus carica)
    A figueira é uma espécie nativa da região Mediterrânica e cultivada de forma generalizada no sul da Europa. É um arbusto ou pequena árvore que pode atingir 6 a 8 m de altura, a casca é cinzenta e lisa e emana um líquido leitoso algo acre e irritante. Os frutos são infrutescências piriformes (figos), com 5 a 8 cm, verdes, castanhos ou até negros quando maduros. A polpa é comestível, de cor verde ou avermelhada e contém os verdadeiros frutos, pequenos aquénios. Esta infrutescência é designada de sícone.
    Referências Bibliográficas: www.biorede.pt/page.asp?id=3477
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • ROLA-TURCA
    (Streptopelia decaocto)
    Quando está pousada, esta rola de plumagem acastanhada distingue-se facilmente da rola-brava pela plumagem mais lisa e pelo meio-colar preto que apresenta na parte superior do pescoço (por este motivo também é conhecida pelo nome de rola- de-colar). Em voo é visível uma grande quantidade de branco na cauda, como que formando uma larga barra.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/strtur.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • PARDAL-MONTÊS
    (Delichon urbicum)
    Esta pequena ave granívora, passa facilmente despercebida, sendo muitas vezes menosprezado pelo simples facto de ser um pardal. Parece uma versão reduzida do pardal-comum, ao qual se associa frequentemente, podendo formar bandos mistos. Distingue-se principalmente pelo barrete totalmente castanho e pela mancha preta na face. O babete preto é menos extenso que o do pardal-comum.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/delurb.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
  • ALVÉOLA-BRANCA
    (Motacilla alba)
    A alvéola-branca é uma das espécies mais conhecidas da generalidade das pessoas, com o seu típico baloiçar da cauda e a combinação preto-e-branco da coloração. A alvéola-branca é bastante fácil de identificar, com o seu típico padrão escuro na cabeça, garganta e dorso, que contrasta com o branco no peito e abdómen, assim como nas faces. A cauda comprida e patas compridas são extremamente visíveis, pois esta ave passa bastante tempo no solo, baloiçando bastante a cauda, no que é um comportamento bastante característico desta espécie.
    Referências Bibliográficas: wwww.avesdeportugal.info/motalb.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
  • COBRA-RATEIRA
    (Malpolon monspessulanus)
    Cobra grande, podendo atingir 240 cm de comprimento. É esverdeada, com matizes de cor castanha ou cinza. Flanco escuros, com manchas claras. Ventre amarelado, por vezes manchado de escuro. Cabeça alta, com focinho pontiagudo. Olhos grandes com pupilas redondas. Tem actividade diurna, podendo aparecer durante a noite em dias de calor. Surge em qualquer tipo de habitat e alimenta-se de invertebrados, lagartos e pequenos mamíferos.
    Referências Bibliográficas: Maravalhas, E., & Soares, A. (2017). Anfíbios de Répteis de Portugal. Booky Publisher.
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • PARDAL-MONTÊS
    (Passer montanus)
    Esta pequena ave granívora, passa facilmente despercebida, sendo muitas vezes menosprezado pelo simples facto de ser um pardal. Parece uma versão reduzida do pardal-comum, ao qual se associa frequentemente, podendo formar bandos mistos. Distingue-se principalmente pelo barrete totalmente castanho e pela mancha preta na face. O babete preto é menos extenso que o do pardal-comum.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/pasmon.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • PICA-PAU-MALHADO-GRANDE
    (Dendrocopos major)
    Devido aos seus hábitos florestais e às características destes habitats, esta espécie pode ser de difícil observação e passível de ser confundida com o seu congénere pica-pau-galego. Diferencia-se sobretudo pelas maiores dimensões, e, no caso dos machos, pela presença de uma mancha vermelha na nuca, bem contrastante com o padrão preto e branco do resto do corpo, e pela tonalidade avermelhada do abdómen. Os juvenis possuem um capucho vermelho que os pode fazer confundir com a congénere mais pequena, mas, quando em voo, as “janelas” brancas nas asas são bastante visíveis e permitem uma identificação segura. É bastante comum escutar o tamborilar acelerado desta espécie, sendo audível a grandes distâncias, como se tratasse de uma matraquear violento e rápido.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/denmaj.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCULAS DO ARCOZELO
    CURRAL DO NEGRO
  • MOCHO-GALEGO
    (Athene noctua)
    Este pequeno mocho é a ave de rapina nocturna mais fácil de observar, devido aos seus hábitos parcialmente diurnos. O seu hábito de pousar em pontos altos, à beira da estrada, torna esta espécie bastante conspícua. Pouco maior que um melro-preto, o mocho-galego chama a atenção pela sua característica silhueta arredondada. A plumagem é castanha, com malhas brancas, os olhos são amarelos. As suas vocalizações, que fazem lembrar um latido, são facilmente audíveis.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/athnoc.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
    JANCÃO
  • LUGRE
    (Spinus spinus)
    Também conhecido pelo nome de pintassilgo verde, o lugre é um fringilídeo extremamente acrobático, pode muitas vezes ser visto pendurado de cabeça para baixo, enquanto procura alimento nas árvores. A plumagem é preta e amarela, sendo o bico cónico, característico das aves granívoras. No caso dos machos, é visível a coroa preta, que se estende até à testa; a fêmea é menos contrastada; ambos os sexos apresentam na asa uma risca amarela orlada de preto.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/spispi.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
    CURRAL DO NEGRO
    FOZ DA RIBEIRA DE S.PAIO
  • GARÇA-CINZENTA
    (Ardea cinerea)
    Com quase 1 metro de altura, é a maior das garças que ocorrem em Portugal. É uma ave cinzenta, que se destaca pelo seu longo pescoço. Ocasionalmente pousa em árvores ou mesmo em edifícios. Pode ser confundida com a garça-vermelha, distinguindo-se desta pela total ausência de tons castanhos ou arruivados. Quando em voo o pescoço encontra-se recolhido, sendo esta uma característica que a separa da cegonha-branca.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/ardcin.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • PAPA-FIGOS
    (Oriolus oriolus)
    As cores vivas do papa-figos tornam esta ave bastante atraente, mas os seus hábitos discretos fazem com que seja muito mais vezes ouvido que visto. O macho adulto é fácil de identificar: cabeça e dorso amarelos, asas pretas e bico vermelho. A fêmea é esverdeada e, quando em voo, pode confundir-se com o pica-pau-verde.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/oriori.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • ANDORINHA-DÁURICA
    (Cecropis daurica)
    Esta andorinha identifica-se principalmente pelo tom dourado das partes inferiores e do uropígio. O planar calmo da andorinha-dáurica, contrasta com o voo mais agitado das outras andorinhas. O seu ninho, com um longo túnel de acesso, é muito diferente do das outras andorinhas.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/cecdau.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • ROLA-BRAVA
    (Streptopelia turtur)
    Tal como a chegada das andorinhas e o canto do cuco, o arrulhar da rola-brava também marca o início da Primavera. Infelizmente, é um som que se ouve cada vez menos, pois esta espécie tem vindo a rarear em diversas zonas do país. Do mesmo tamanho que uma rola-turca, caracteriza-se pela plumagem mais escura e menos uniforme, especialmente no dorso e nas asas, distinguindo-se o seu padrão malhado. A barra branca da cauda é mais estreita que a daquela espécie e no pescoço tem um conjunto de riscas pretas e brancas, que apenas se vê a pequena distância.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/strdec.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
    JANCÃO
  • TORDO-COMUN
    (Turdus philomelos)
    É o mais comum dos nossos tordos, que pode chegar a ser localmente abundante em olivais. Um pouco mais pequeno que o melro-preto, caracteriza-se pela plumagem globalmente castanha. As partes inferiores são brancas, sarapintadas de castanho. Distingue-se da tordoveia pelo seu menor tamanho e pela contra-asa amarela e não branca.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/turphi.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • CHARNECO
    (Cyanopica cooki)
    Extremamente fácil de detectar pelos bandos numerosos e barulhentos, que vocalizam frequentemente quando em voo ou em alimentação. É uma espécie facilmente reconhecível pela cauda e asas azuladas, pela cabeça preta que contrasta com a tonalidade ocre do resto do corpo e a garganta quase branca. A cauda é comprida, o que proporciona a estas aves um voo algo lento, mas com capacidade de manobra notável, podendo inverter a direcção com bastante facilidade.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/cyacya.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    CAMPOS AGRÍCOLAS DO ARCOZELO
  • BOLETO-DE-CARNE-AMARELA
    (Xerocomus chrysenteron)
    Fácil de identificar pela cutícula ocre, aveludada e esquartejada. Os poros são grandes e amarelos que se tornam azuis ao tacto. O pé é amarelo, coberto de grânulos avermelhados e carne que se torna azul depois do corte. Frutifica em bosques de folhosas e coníferas, no verão e no outono.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
  • CHAPÉU-DA-MORTE
    (Amanita phalloides)
    Possui um chapéu com a cutícula verde-amarelada a verde-azeitona, separável da carne, por vezes com restos brancos do véu universal. O pé é cilíndrico, branco ou com tonalidades verdes e o anel branco, membranoso e ligeiramente estriado. Possui uma volva branca, membranosa e persistente. A carne é branca, de odor agradável e sabor doce. Frutifica preferencialmente em bosques de folhosas, em particular quando estão presentes carvalhos, castanheiros e faias.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
  • CHAPÉU-DE-LEITE-LARANJA
    (Lactarius aurantiacus)
    Caracteriza-se por ter um chapéu viscoso, mamelado e cor de laranja. Apresenta látex muito abundante, branco, imutável, acre e amargo. Pode ser confundido com outras espécies da secção Mitissimi. Frutifica em bosques de folhosas, sendo muito raro em bosques de coníferas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
  • PÉ-AZUL
    (Lepista nuda)
    Esta é uma espécie que não apresenta grandes problemas na sua identificação, apesar de se poder confundir com outras espécies do género Lepista. Tem um chapéu carnoso, com a cutícula lisa de cor violeta azulada em jovem e acastanhada na maturidade. É um cogumelo de odor aromático a frutas e sabor doce. Frutifica no outono e no inverno em bosques, prados e jardins, podendo formar círculos de bruxas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
  • LÍNGUA-DE-VACA
    (Fistulina hepatica)
    Reconhece-se facilmente pelo seu carpóforo suave, em forma de língua, vermelha viva e himénio formado por tubos livres. Frutifica depois de um largo período de crescimento, pelo que só se encontra em árvores antigas e de grande porte. É um parasita de árvores de folha caduca, nas regiões temperadas, geralmente em troncos de carvalhos e castanheiros.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
  • TORTULHO
    (Macrolepiota procera)
    Caracteriza-se principalmente pelo seu pé comprido, chapéu mamelado coberto de grandes escamas concêntricas, pé claramente zonado em zig-zag e carne branca e imutável. Há outras espécies parecidas, como o Macrolepiota rhacodes, cuja carne fica vermelha após o corte e o pé não é zonado. O tortulho frutifica em zonas de gramíneas e arbustos, charnecas, clareiras de bosques ou em florestas de árvores de folha caduca e coníferas.
    Referências Bibliográficas: Frade, B., & Alfonso, A. (2009). Guía de Campo de los Hongos de la Península Ibérica. Editorial Celarayn
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
  • MEDRONHEIRO
    (Arbutus unedo)
    O medronheiro é uma das espécies mais comuns na bacia mediterrânica. É uma espécie típica de terrenos ácidos. Em Portugal surge espontaneamente no sub bosque de povoamentos de sobreiro, azinheira e pinheiro – bravo, encontrando-se em todo o território, mas principalmente a Sul do rio Tejo. Desempenha um papel importante na compartimentação de terrenos e na preservação dos recursos faunísticos. Protege também o solo ao proporcionar um ensombramento denso e folhada rica em nutrientes.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Arbutus_unedo
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
  • CASTANHEIRO
    (Castanea sativa)
    É uma espécie de origem mediterrânica que foi largamente introduzida na Europa Ocidental, do Centro e mesmo do Norte (Dinamarca e Suécia). Pode vegetar desde o nível do mar até cotas de 1200-1300 metros. É uma essência corpulenta podendo alcançar os 35 m de altura. A copa é mais ou menos fusiforme na juventude, com tendência a adquirir formas mais globosas na idade adulta. Os indivíduos originados por via seminal começam a frutificar por volta dos 25 anos de idade, fazendo-o mais prematuramente os rebentos de cepa (a partir dos 10-20 anos). A plena frutificação dos soutos é alcançada por volta dos 50 anos. É uma essência corpulenta podendo alcançar os 35 m de altura. A copa é mais ou menos fusiforme na juventude, com tendência a adquirir formas mais globosas na idade adulta.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Castanea_sativa
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
    CURRAL DO NEGRO
    VALE DE CADELA
  • CARVALHO-COMUM
    (Quercus robur)
    Esta espécie ocupa uma extensa área na Europa, com especial relevo ao Norte e uma parte da região mediterrânica. No Inverno tolera baixas temperaturas e geadas tardias de certa intensidade. Abunda essencialmente em zonas de vales e tem interesse na proteção contra incêndios, sendo utilizada para compartimentação, essencialmente de resinosas. Inicia a frutificação aos 35-40 anos e pode alcançar os 30-35 m de altura. Apresenta uma copa ampla e globosa, não muito densa.
    Referências Bibliográficas: www.jb.utad.pt/especie/Quercus_robur
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
    CURRAL DO NEGRO
    VALE DE CADELA
  • CORVO
    (Corvus corax)
    Grande ave de cor negra, que à primeira vista pode levar o observador a pensar tratar-se de uma ave de rapina. Distingue- se da gralha-preta pelo facto de planar frequentemente, voando em círculos, e também pela cauda longa em forma de cunha. A sua vocalização (“kro-kro”) confirma a sua identificação.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/corcrx.html

    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR

    ANFITEATRO DA CERCA

  • ÁGUIA-CALÇADA
    (Hieraaetus pennatus)
    O facto mais curioso acerca da águia-calçada é a existência de duas formas – uma clara e outra escura. É uma ave de rapina de médias dimensões, que se caracteriza pela sua cauda quadrada e pelas patas emplumadas. Os indivíduos de fase clara são fáceis de identificar: a plumagem é preta e branca, conferindo um forte contraste nas partes inferiores. No caso das aves de fase escura, totalmente castanhas, as probabilidades de confusão são maiores, nomeadamente com o milhafre-preto, que apresenta a cauda bifurcada.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/hiepen.html
    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR
    ANFITEATRO DA CERCA
    RIBEIRA DE PAÇOS DA SERRA
  • ESTRELINHA-DE-CABEÇA-LISTADA
    (Regulus ignicapilla)
    Espécie de pequenas dimensões, dorso esverdeado, coroa amarelada e lista branca por cima dos olhos, orlada por uma lista preta bastante visível. Pode ser confundida com a estrelinha-de-poupa, da qual se distingue pela lista branca referida, e pela maior extensão da coroa.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/regign.html

    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR

    ANFITEATRO DA CERCA

  • TREPADEIRA-COMUM
    (Certhia brachydactyla)
    A forma da trepadeira-comum é bastante peculiar, com o seu bico comprido e encurvado, o corpo rechonchudo e compacto e a cauda ligeiramente comprida. O dorso e as asas são acastanhadas com marcas, e as partes inferiores são brancas. É habitual observar esta espécie a percorrer verticalmente os troncos das árvores, como se fosse um pequeno mamífero agarrado à casca e a trepar.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/cerbra.html

    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR

    ANFITEATRO DA CERCA

  • BIODIVERSIDADE
    NOME COMUM NOME CIENTÍFICO
    (Pseudotsuga menziesii)
    (Prunus spinosa)
    (Aegypius monachus)
    (Hieraaetus pennatus)
    (Circaetus gallicus)
    (Buteo buteo)
    (Aquila chrysaetos)
    (Motacilla flava)
    (Motacilla alba)
    (Amanita muscaria)
    (Alnus glutinosa)
    (Hirundo rustica)
    (Cecropis daurica)
    (Delichon urbicum)
    (Quercus ilex)
    (Betula alba)
    (Leccinum scabrum)
    (Xerocomus chrysenteron)
    (Neoboletus luridiformis)
    (Boletus pinophilus)
    (Bubo bubo)
    (Pernis apivorus)
    (Pterospartum tridentatum)
    (Saxicola rubicola)
    (Saxicola rubetra)
    (Quercus robur)
    (Castanea sativa)
    (Ciconia nigra)
    (Amanita phalloides)
    (Lactarius aurantiacus)
    (Lophophanes cristatus)
    (Aegithalos caudatus)
    (Cyanopica cooki)
    (Oenanthe oenanthe)
    (Populus sp.)
    (Emberiza cia)
    (Natrix natrix)
    (Malpolon monspessulanus)
    (Oryctolagus cuniculus)
    (Phalacrocorax carbo)
    (Corvus corax)
    (Lullula arborea)
    (Galerida theklae)
    (Sparassis crispa)
    (Loxia curvirostra)
    (Pyrrhula pyrrhula)
    (Mustela nivalis)
    (Falco columbarius)
    (Sciurus vulgaris)
    (Regulus ignicapilla)
    (Sturnus vulgaris)
    (Sturnus unicolor)
    (Fagus sylvatica)
    (Falco peregrinus)
    (Amanita citrina)
    (Phylloscopus collybita)
    (Phylloscopus bonelli)
    (Phylloscopus ibericus)
    (Locustella naevia)
    (Prunella modularis)
    (Ficus carica)
    (Fraxinus angustifolia)
    (Martes foina)
    (Laetiporus sulphureus)
    (Gallinula chloropus)
    (Ardea cinerea)
    (Calopteryx virgo)
    (Cytisus sp.)
    (Genetta genetta)
    (Gyps fulvus)
    (Alcedo athis)
    (Sus scrofa)
    (Lacerta schreiberi)
    (Procambarus clarkii)
    (Alauda arvensis)
    (Lepus granatensis)
    (Coenagrion scitulum)
    (Sympetrum sanguineum)
    (Oxygastra curtisii)
    (Sympetrum meridionale)
    (Fistulina hepatica)
    (Lutra lutra)
    (Spinus spinus)
    (Arbutus unedo)
    (Monticola solitarius)
    (Monticola saxatilis)
    (Tachybaptus ruficollis)
    (Milvus migrans)
    (Acacia dealbata)
    (Athene noctua)
    (Falco subbuteo)
    (Olea europaea)
    (Sylvia communis)
    (Oriolus oriolus)
    (Passer domesticus)
    (Passer montanus)
    (Lepista nuda)
    (Falco tinnunculus)
    (Anthus richardi)
    (Anthus campestris)
    (Dryobates minor)
    (Dendrocopos major)
    (Picus viridis)
    (Crataegus monogyna)
    (Pinus pinaster)
    (Pinus sylvestris)
    (Linaria cannabina)
    (Columba palumbus)
    (Rana iberica)
    (Pelophylax perezi)
    (Phoenicurus phoenicurus)
    (Phoenicurus ochruros)
    (Vulpes vulpes)
    (Plerotus ostreatus)
    (Streptopelia turtur)
    (Streptopelia decaocto)
    (Acrocephalus arundinaceus)
    (Acrocephalus scirpaceus)
    (Russula cyanoxantha)
    (Russula mustelina)
    (Salamandra salamandra)
    (Salix sp.)
    (Alytes obstetricans)
    (Timon lepidus)
    (Rubus sp.)
    (Emberiza hortulana)
    (Typha sp.)
    (Circus cyaneus)
    (Fringilla montifringilla)
    (Fringilla coelebs)
    (Turdus philomelos)
    (Turdus pilaris)
    (Turdus viscivorus)
    (Macrolepiota procera)
    (Sylvia undata)
    (Emberiza calandra)
    (Triturus marmoratus)
    (Calluna sp.; Erica sp.)
    (Vipera latastei)
    (Sitta europaea)
    (Certhia brachydactyla)
  • CIÊNCIA CIDADÃ
    A Ciência Cidadã consiste no envolvimento de cidadãos/ãs voluntários/as, como participantes ativos na identificação das espécies locais. Através da app ECOCIDADANIA pode efetuar o registo fotográfico e enviá-lo para ser validado e adicionado à base de dados da biodiversidade disponível para consulta.
  • TREPADEIRA-AZUL
    (Sitta europaea)
    Esta pequena ave de tons azulados destaca-se pelo seu bico comprido. O ventre é alaranjado e tem uma máscara preta nas faces. Observa-se frequentemente agarrada aos troncos, como os pica-paus, mas o que verdadeiramente a distingue de qualquer outra espécie de ave portuguesa é o facto de conseguir percorrer os troncos das árvores no sentido descendente.
    Referências Bibliográficas: www.avesdeportugal.info/siteur.html

    PERCURSO ONDE PODE OBSERVAR

    ANFITEATRO DA CERCA